![]() |
|
| Futebol em Belém | |
| Cartão
vermelho para as torcidas |
|
| Ao
contrapor 46% de azulinos a 44,8% de bicolores, a polarização
entre Remo e Paysandu divide os belenenses, mas 70,7% deles defendem em
uníssono a extinção das torcidas organizadas, associadas
à violência por 59% da população. Quando se trata de futebol, embora divididos pela polarização entre Clube do Remo e Paysandu, que contrapõe 46% de azulinos a 44,8% de bicolores – o que estatisticamente significa um empate técnico, considerando a margem de erro -, os belenenses se unem na rejeição às torcidas organizadas, associadas por 59% deles à violência e cuja extinção é defendida por 70,7% da população, segundo revela pesquisa do Instituto Acertar. Para 58,3% dos belenenses, de acordo com a pesquisa, o futebol paraense fica prejudicado com o rebaixamento do Remo para a Terceira Divisão do Campeonato Brasileiro, fiasco que 26,4% atribuem à má administração do clube azulino pela atual diretoria. A pesquisa também revela que os belenenses conferem parco grau de credibilidade à cartolagem, em relação a qual 47,7% têm baixo nível de confiança. A pesquisa feita pelo Instituto Acertar serviu para mapear a opinião dos belenenses sobre o futebol paraense, ao qual 35,3%da população de Belém dedicam muito interesse, percentual igual aos daqueles que têm semelhante grau de interesse pelo futebol em geral. Publicada pelo jornal “O Liberal”, de Belém, na edição de 7 de novembro de 2004, pesquisa foi realizada de 23 a 25 de outubro de 2004, com uma margem de erro de 5 pontos percentuais, para mais ou para menos, e nela foram ouvidas 420 pessoas, em uma mostra representativa da população de Belém, estratificada por cotas de sexo e idade. “Evidentemente, esses números refletem o atual momento do futebol paraense”, observa o sociólogo Américo Canto, diretor geral do Instituto Acertar e a quem coube coordenar a pesquisa, cuja concepção foi do jornalista Augusto Barata. Interesse - De acordo com a pesquisa, o futebol em geral desperta muito interesse em 35,3% dos belenenses, pouco interesse em 43,9%, e nenhum interesse em 20,1%, enquanto 0,7% não sabe ou não opinou. O futebol paraense em particular desperta muito interesse em 35,3% dos belenenses, pouco interesse em 43,9%, e nenhum interesse em 19,7%, enquanto 1,2% não sabe ou não opinou. Entre aqueles nos quais o futebol paraense desperta muito interesse, em termos de opção clubística 44,4% são torcedores do Paysandu e 32,8% do Remo. Quanto ao sexo, 45% são homens e 27% mulheres. No que se refere a faixa etária, o maior grau de interesse se dá dentre aqueles que têm entre 25 e 34 anos (40,9%), seguidos pelos que têm entre 16 e 24 anos (35,5%) e de 45 a 59 anos (33,8%). Em relação à escolaridade, dentre os que têm muito interesse pelo futebol paraense, 44,1% tem o 3º grau, 35,7% o 1º grau e 33,3% o 2º grau. Quanto à renda, ela é tanto maior quanto é maior o interesse pelo futebol: dentre aqueles nos quais o futebol paraense desperta muito interesse, 38,9% ganham mais de 10 salários mínimos; 38,5% mais de 2 salários mínimos a 5 salários mínimos; e 36,6% recebem de mais de 5 salários mínimos a 10 salários mínimos. Polarização – Segundo a pesquisa do Instituto Acertar, em se tratando de preferência clubística, 46% dos belenenses são torcedores do Clube do Remo, 44,8% do Paysandu e 9,1% torcem por outros clubes, em um cenário que ratifica uma polarização histórica. Em matéria de satisfação com o desempenho do seu clube, no geral 41,5% têm baixa satisfação, 39,3% têm média satisfação e 11% alta satisfação. Refletindo a campanha do time alvi-azul no Campeonato Brasileiro deste ano, repleta de altos e baixos, e a recente conquista de títulos históricos e feitos memoráveis, entre 2001 e 2003, dentre os torcedores do Paysandu predomina a média satisfação (62%), seguida da alta satisfação (20,9%) e da baixa satisfação (16,6%). Entre os torcedores do Remo, cujo time protagonizou este ano o vexame de ser rebaixado para a Terceira Divisão, é natural que predomine a baixa satisfação, que medra entre 71,9% dos azulinos, seguida da média satisfação, cultivada por 23,4%, enquanto 3,1% declaram uma inusitada alta satisfação. Do total de torcedores do Clube do Remo (46%), em termos de sexo 52,4% são homens e 40,7% são mulheres. Quanto à faixa etária, 49,5% dos azulinos têm de 16 a 24 anos; 42,7% têm de 25 a 34 anos; 49,4% têm de 35 a 44 anos; 45% têm de 45 a 59 anos; e 42,2% têm de 60 anos a mais de 60. Quanto à escolaridade, 49,2% dos remistas têm o 1º grau, 44,9% o 2º grau e 35,3% o 3º grau. No que se refere à renda familiar, a maioria dos torcedores azulinos se concentra nos segmentos de baixa renda, constituído por aqueles que ganham até 1 salário mínimo, e dentre aqueles que ganham entre mais de 5 a 10 salários mínimos e de mais de 10 salários mínimos: 58,4% dos remistas têm uma renda familiar até 1 salário mínimo; 39,9% de mais de 1 salário mínimo a 2 salários mínimos; 40,4% mais de 2 a 5 salários mínimos; 48,8% mais de 5 a 10 salários mínimos; e 55,6% mais de 10 salários mínimos. Quanto ao perfil da torcida do Paysandu, pelo qual torcem 44,8% dos belenenses, em matéria de sexo a maioria é formada por mulheres, um contingente que chega a 48,2% dos torcedores alvi-azuis, contra 40,8% de homens. No que se refere a faixa etária, 45,2% dos bicolores têm de 16 a 24 anos; 46,4% de 25 a 34 anos; 43,8% de 35 a 44 anos; 48,8% de 45 a 59 anos; e 35,6% de 60 anos a mais de 60 anos. Quanto à escolaridade, 43,8% dos bicolores têm o 1º grau, 45,5% o 2º grau e 47,1% o 3º grau. No que se refere à renda familiar, 33,7% dos bicolores ganham até 1 salário mínimo; 49,3% mais de 1 a 2 salários mínimos; 50,5% mais de 2 a 10 salários mínimos; e 44,4% mais de 10 salários mínimos. | |
| Belenense repudia a violência | |
| O
INTITUTO // QUALIFICAÇÃO
// NOSSA EQUIPE // CLIENTES
// SERVIÇOS // CRÉDITOS BANCO DE PESQUISAS // FALE CONOSCO // O PARÁ EM NÚMEROS // MÍDIA // MEMÓRIA ELEITORAL EM CD-ROM |
|
© 2008
// Todos os direitos reservados ao INSTITUTO ACERTAR - Consultoria &
Pesquisa /Fone: (0xx91) 3226 7144. É expressamente proibida a reprodução do Conteúdo deste site sem prévia autorização. |