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SERVIÇOS PÚBLICOS/2003 |
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ECT, a melhor. Telemar, a pior |
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| A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) lidera o ranking da eficiência em termos da qualidade dos serviços públicos oferecidos ao belenense. A empresa obteve uma avaliação positiva de 84,6% dos entrevistados, dos quais 26,5% consideraram seus serviços como ótimo e 58,1% como bom. Os serviços da ECT foram avaliados como regular por 11% dos entrevistados e apenas 2,5% fizeram uma avaliação negativa. Responsável pelo abastecimento de água, a Cosanpa obteve uma avaliação positiva de 35% dos entrevistados e regular de 27%, enquanto 31,9 avaliaram negativamente os serviços da empresa. A Rede Celpa, que responde pelo fornecimento de energia elétrica, foi avaliada positivamente por 37% dos entrevistados e obteve uma avaliação regular de 34,1%. A avaliação negativa dos serviços prestados pela empresa ficou em 28,9%. Os serviços de coleta de lixo e limpeza pública obtiveram uma avaliação positiva de 50% dos entrevistados e regular de 28,4%. A avaliação negativa desses serviços ficou em 21,1%. Insatisfação - Já em termos de insatisfação, a pesquisa do Instituto Acertar sobre a qualidade dos serviços públicos oferecidos à população de Belém revelou que a Telemar lidera o ranking na ineficiência, proporcionando um baixo grau de satisfação. Os serviços da Telemar foram avaliados negativamente por 58,9% dos entrevistados e como regular por 25%. Somente 15,2% fizeram uma avaliação positiva dos serviços prestados pela empresa. Os serviços de transporte urbano, por seu turno, foram avaliados negativamente por 37,8% dos entrevistados e como regular por 38%, enquanto 23,8% fizeram uma avaliação positiva. A despeito disso, 29,2% avaliaram os serviços da CTBel positivamente, 35% como regular e 30,4% fizeram uma avaliação negativa. Já o Detran apresentou um desempenho ligeiramente melhor, com uma avaliação positiva de 37,5% dos entrevistados e regular de 36%, enquanto 18,9% fizeram uma avaliação negativa. Desconhecimento - A pesquisa sinalizou um inquietante desconhecimento de parte da população sobre a atuação da Agência Estadual de Regulação e Controle de Serviços Públicos, Arcon, e da Coordenadoria de Proteção e Defesa do Consumidor, Procon, órgãos essenciais, respectivamente, para preservar um mínimo de qualidade nos serviços públicos oferecidos à população de Belém e resguardar os interesses do consumidor. Por ineficiência e/ou falta de visibilidade (que não deixa de revelar um preocupante imobilismo), nada menos que 47,1% dos entrevistados, no caso da Arcon, e 16,7%, em relação ao Procon, não souberam avaliar a atuação dos órgãos. A Arcon tem como atenuante o pouco tempo de existência da agência, mas ainda assim o nível de desconhecimento sugerido pelo percentual de 47,1% pode ser um indício de um colossal imobilismo. Embora substancialmente menor, quantitativamente, o percentual de 16,7% registrado no caso do Procon não é menos preocupante, por se tratar de um órgão cronologicamente bem mais antigo e cujos similares, em outros Estados, têm destacada atuação e, na esteira disso, expressiva visibilidade.
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| Insatisfação com saúde e segurança | |
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