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QUALIDADE DE VIDA/2001

Educação é valorizada

 

A população reconhece a educação como prioritária. Indagados se não saber ler e escrever representa uma dificuldade, 58,5% dos entrevistados da área metropolitana responderam que totalmente, 33,1% que bastante, 4,6% que mais ou menos, 1,5% que pouco e 2,3% que isso em nada dificulta suas vidas. Dos entrevistados com origem no interior, 50,9% responderam que totalmente, 41,5% que bastante, 4,9% que mais ou menos, 1,8% que pouco e 0,9% que isso não representa uma dificuldade.

Da parcela de entrevistados da região metropolitana, 13,1% consideram-se totalmente informados e atualizados, 28,5% bastante informados e atualizados, 35% mais ou menos, 17,7% pouco e 5% nada informados e atualizados. Entre os entrevistados do interior, 3,4% se acham totalmente informados e atualizados, 17,4% bastante informados e atualizados, 44,8% mais ou menos, 25,9% pouco e 8,5% nada informados e atualizados.

Relação com a mídia - Indagados se costumam ler jornais, 8,8% das pessoas da região metropolitana ouvidas responderam que totalmente, 30,8% que lêem bastante, 25,8% que lêem mais ou menos, 14,6% que pouco lêem e 20,2% que não costumam ler. Dos entrevistados do interior, apenas 1,6% lêem totalmente jornais, 14% bastante, 17,1% mais ou menos, 31,8% pouco e 35,4% dizem que não costumam ler.

Quando perguntados se costumam ver televisão, 14,2% dos entrevistados da região metropolitana dizem que totalmente, 44,2% que totalmente, 23,5% que mais ou menos, 13,8% que pouco e 4,2% que não têm. Dentre as pessoas do interior submetidas a essa mesma pergunta, 6,3% afirmam que totalmente, 57,6% que bastante, 18,3% que mais ou menos, 12,5% que pouco e 5,2% que nada vêem.

Quanto a ouvir rádio, 10,4% dos entrevistados da região metropolitana declaram cultivar esse hábito totalmente, 40,8% bastante, 20% mais ou menos, 19,2% pouco e 9,2% pouco. Dentre aqueles do interior, 4,1% aderem ao rádio totalmente, 39,7% bastante, 22,7% mais ou menos, 21,4% pouco e 12,1% respondem que não ouvem rádio.

Exclusão digital – A pesquisa do Instituto Acertar também expõe que a maioria dos paraenses é vítima da exclusão digital. Do total de entrevistados, 7,7% nunca viu um computador de perto, 60,8% já viu mas nunca utilizou, 20,7% usou algumas vezes e apenas 10,8% costumam utilizá-lo sempre.

Daqueles que nunca viram um computador, 3,5% são da região metropolitana e 9,7% do interior. Dos que já viram mas nunca utilizaram, 51,9% são da região metropolitana e 64,9% do interior. Dos que usam computador algumas vezes, 25,4% são da região metropolitana e 18,5% do interior. Dos que sempre usam computador, 19,4% são da região metropolitana e 6,8% do interior.

Dos entrevistados, 22,9% sequer sabem o que é a internet, a rede mundial de computadores; 61,6% sabem o que é, mas nunca utilizaram-na; 10,5% recorrem a ela algumas vezes; e 4,9% navegam nela sempre. Dos que não sabem o que seja a internet, 10,8% são da região metropolitana e 28,6% do interior. Dentre os que sabem mas nunca usaram-na, 55,4% é da região metropolitana e 64.6% do interior. Já entre aqueles que já se valeram da internet algumas vezes, 22,3% são da região metropolitana e 5% do interior. Dos entrevistados que usam sempre a internet, 11,5% são da região metropolitana e 1,8% do interior.

 

O pessimismo se alastra
Desmatamento preocupa
Educação é valorizada
Participação reduzida
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