![]() |
|
GOVERNO ALMIR GABRIEL/2001 |
|
Aprovado com ressalvas |
|
| Administração
de Almir é avaliada entre positiva e regular pela maioria. Mas seu desempenho
na saúde e na educação é reprovado. O
desempenho do governador Almir Gabriel (PSDB) em seu segundo mandato é
avaliado como positivo e regular por expressivas parcelas da população
de Belém, porém a maioria desta cobra maior eficiência da administração
tucana nas áreas de saúde e educação, fontes da insatisfação que corrói
a imagem política do tucanato. Isso é o que permite concluir pesquisa
do Instituto Acertar, realizada de 2 a 5 de agosto de 2001 em Belém e
na qual foram ouvidas 398 pessoas. De
acordo com a pesquisa, convidados a avaliar a segunda administração do
governador Almir Gabriel, 10,6% dos entrevistados a classificaram como
ótima, 22,1% como boa, 41,2% como regular, 7,8% como ruim e 18,3% como
péssima. Agrupadas as variáveis ótimo/bom e ruim/péssimo, 32,7% dos entrevistados
avaliam positivamente (ótimo e bom) o governo tucano, 41,2% como regular
(para mais ou para menos), e 26,1% como negativo (ruim/péssimo). Deficiências
– Saúde e educação são as
áreas do atual governo identificadas como deficientes, de acordo com a
pesquisa. Para 56,% dos entrevistados, saúde é a área que requer maior
eficiência por parte da administração estadual. O que embute um quê de
ironia, pois Almir Gabriel fez carreira como médico de inquestionável
competência e notabilizou-se como administrador justamente na área de
saúde. O que o credenciou a ser catapultado para a política, como prefeito
biônico de Belém, no primeiro mandato de Jader Barbalho (PMDB) como governador
do Pará. Posteriormente, o líder peemedebista, ainda como governador,
foi o principal eleitor de Almir Gabriel, viabilizando sua eleição para
o Senado, em 1986, pelo PMDB. A
área de educação é reprovada por 22,4% dos entrevistados. Dentre as pessoas
ouvidas, 15,1% cobram maior eficiência em segurança, 3% na área de habitação
e 1,7% no que tange a incentivos às indústrias. Metodologia
- Coordenada pelo sociólogo Américo Canto, com a coleta de dados feita
sob o comando da socióloga Nazaré Vieira, cabendo ao estatístico Silvanildo
Baia executar o processamento dos dados, a pesquisa foi realizada de 2
a 5 de agosto de 2001 e ouviu, em locais de fluxo populacional, 398 pessoas,
uma mostra representativa da população de Belém, estratificada por cotas
de sexo, faixa etária e classe econômica. A margem de erro é de 5,4 pontos
percentuais, para mais ou para menos, em um intervalo de confiança de
95%. Em matéria de sexo, os homens compõem 48,7% dos entrevistados, dos quais 51,3% são mulheres. Em termos de faixa etária, dos entrevistados 23,1% têm até 24 anos, 27,1% têm entre 25 e 34 anos, 22,4% estão entre 35 e 44 anos, 19,1% entre 45 e 59 anos, e 8,3% têm a partir de 60 anos.
| |
| Divisão é rejeitada | |
| PT é força ascendente | |
| Tabelas | |
| O
INTITUTO // QUALIFICAÇÃO
// NOSSA EQUIPE // CLIENTES
// SERVIÇOS // CRÉDITOS BANCO DE PESQUISAS // FALE CONOSCO // O PARÁ EM NÚMEROS // MÍDIA // MEMÓRIA ELEITORAL EM CD-ROM |
|
© 2008
// Todos os direitos reservados ao INSTITUTO ACERTAR - Consultoria &
Pesquisa /Fone: (0xx91) 3226 7144. É expressamente proibida a reprodução do Conteúdo deste site sem prévia autorização. |
|
|
|
||
|